Pertinente...
Meu coração se faz recipiente profundo...
Rebate as futuras dores com indiferença.
Constrói um vazio finito...
Algo com fim não faria eco.
Porque quando repousa, neste imenso vazio, o sentimento...
Rebentam os gritos desafortunados de um silencioso desesperado...
Para contê-los silenciosos, de enfermo se faz vivo o coração,
Pois, se debilitado se apresenta ao amor...
Frágeis como plumas, quaisquer dores fazem desabar na angústia este peito ferido.
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