segunda-feira, 26 de março de 2012
...
Caminha de uma maneira insensata. Uma criação de mentes pasmas sem mobilidade que, futuramente, estarão à beira de um colapso, arruinadas pela própria indiferença. Estarão em tão completo desespero, que suas conquistas concretas de nada serão úteis e, ao bradar inconfundível de suas ignorâncias, lembrar-se-ão do luxo desnecessário que cultivaram, das pobres vidas que sugaram e da compaixão que se quer fingiram nutrir...
quarta-feira, 7 de março de 2012
(Des)Bajulado
Eu as vejo! São obras primas da incerteza, são oásis sem fronteira, sorrateiras, inquietas, são os palcos da beleza, as mais doces aventureiras... Se lhes digo sobre a vida, fazem caos, fazem ventos. Se lhes digo: vamos, venham! Fazem o gosto da minha orgia. Com poema ou sem vida, chegam, sentam e se vão... Faz-se o dia, faz-se a noite, e recebem o descarado desrespeito desleixado declarante.
sábado, 3 de março de 2012
Questão de tempo.
Do entrar ao sair
O tempo se foi num gole
O gole fez mágica num momento
Entro, bebo e sento
Proseio n'outro
Levanto, saio, beijo, aguento
Se lembro arrebato o tempo.
Se esqueço, não lamento.
O tempo se foi num gole
O gole fez mágica num momento
Entro, bebo e sento
Proseio n'outro
Levanto, saio, beijo, aguento
Se lembro arrebato o tempo.
Se esqueço, não lamento.
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