Eu as vejo! São obras primas da incerteza, são oásis sem fronteira, sorrateiras, inquietas, são os palcos da beleza, as mais doces aventureiras... Se lhes digo sobre a vida, fazem caos, fazem ventos. Se lhes digo: vamos, venham! Fazem o gosto da minha orgia. Com poema ou sem vida, chegam, sentam e se vão... Faz-se o dia, faz-se a noite, e recebem o descarado desrespeito desleixado declarante.
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