terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Eis que sinto o leve vento interiorano que me apraz... 
Não menos aprazível que o sopro das Serras,
Mas que carrega consigo minhas lembranças... 

Sopra sobre meu berço... Leva e traz.
Redemoinha paz nas minhas terras,
É o mensageiro das minhas andanças.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Bem-me-leve

O dia adia a noite...
Noite absurda cheia de festa.

Fazem odes ao acaso...
Odeiam o descaso.

Fazem certo. Rumo ao incerto!

Acendem velas à rotina,
Que de tão apática, faz com batina uma rima.

Arrepios pelo inesperado, que de tão vasto, vem em êxtase.

Cotidiano, o chamo ao marasmo... Fazer deleite do ócio, retorcer a mão ao vento.

A pressa adia ainda mais a surpresa e surpresas são temperos no cru da vida.