quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Bem-me-leve

O dia adia a noite...
Noite absurda cheia de festa.

Fazem odes ao acaso...
Odeiam o descaso.

Fazem certo. Rumo ao incerto!

Acendem velas à rotina,
Que de tão apática, faz com batina uma rima.

Arrepios pelo inesperado, que de tão vasto, vem em êxtase.

Cotidiano, o chamo ao marasmo... Fazer deleite do ócio, retorcer a mão ao vento.

A pressa adia ainda mais a surpresa e surpresas são temperos no cru da vida.

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