O dia adia a noite...
Noite absurda cheia de festa.
Fazem odes ao acaso...
Odeiam o descaso.
Fazem certo. Rumo ao incerto!
Acendem velas à rotina,
Que de tão apática, faz com batina uma rima.
Arrepios pelo inesperado, que de tão vasto, vem em êxtase.
Cotidiano, o chamo ao marasmo... Fazer deleite do ócio, retorcer a mão ao vento.
A pressa adia ainda mais a surpresa e surpresas são temperos no cru da vida.
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