quarta-feira, 29 de junho de 2011

Aquele que proclama o amor.

Quem canta essa beleza por aí sabe o quanto é viva a felicidade
Que demanda simplicidade ao agente da alegria.
E da alegria emerge tranqüilidade infinita...
E esta calmaria exuberante é o conforto delirante em que repouso ações minhas.

Ah! Respire, deixe a esperança de ser feliz!
Abandone de vez o querer ser!
Ah! Essa mania de ser infeliz
Enquanto o ser já é por si só.

Sabe bem da felicidade o aprendiz que em mim reside
Que deseja apenas o saber do provedor da alegria
Pois, da alegria, transborda sorrisos apaixonantes...
E toda essa calmaria exuberante é o delírio confortante em que faço coisa qualquer.

Ah! Dê um basta na busca desenfreada!
Freie de vez sua rotina!
Seja e faça felicidade.
Enquanto abre-se a cortina da alegria.

É de demasiada felicidade esta minha peça teatral.


terça-feira, 21 de junho de 2011

Férias

Vez ou outra escapo da minha rotina.
Terminam os dias de estudo, começam os de leitura...
Eu ouço, toco, canto, não danço. Entro sim na dança...
Vez ou outra dou vida à vida minha sem esperança...
Busco uma Pasárgada. Nem lembro minha última embriaguez.
Agora que o tempo acalma,
Há tempo pra conversar...
Buscar na ideia sua...
Vou de Sócrates a Salvador Allendi...
Aqui passo por Mario Quintana.
Não há esperança, amigos.
Apenas minha vida que não se cansa,
Que busca numa leitura, algo que ainda não saiba.
Não há arrogância, pobres amigos.
Apenas minha vida que cai na dança,
Sem esperança de ser feliz.