quarta-feira, 29 de junho de 2011

Aquele que proclama o amor.

Quem canta essa beleza por aí sabe o quanto é viva a felicidade
Que demanda simplicidade ao agente da alegria.
E da alegria emerge tranqüilidade infinita...
E esta calmaria exuberante é o conforto delirante em que repouso ações minhas.

Ah! Respire, deixe a esperança de ser feliz!
Abandone de vez o querer ser!
Ah! Essa mania de ser infeliz
Enquanto o ser já é por si só.

Sabe bem da felicidade o aprendiz que em mim reside
Que deseja apenas o saber do provedor da alegria
Pois, da alegria, transborda sorrisos apaixonantes...
E toda essa calmaria exuberante é o delírio confortante em que faço coisa qualquer.

Ah! Dê um basta na busca desenfreada!
Freie de vez sua rotina!
Seja e faça felicidade.
Enquanto abre-se a cortina da alegria.

É de demasiada felicidade esta minha peça teatral.


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