Était digne de toi, tant elle avait d’étoiles!
Vitor Hugo
Diz aos jovens que morri,
Deitei na cova enquanto pálido
Diz ao meu amigo que parti,
Não deixei felicidade...
Foi-se o tempo, foi-se o dia
Agora escuridão, velas e luto
Vivo em prantos, triste noite sombria
Cálice amargo sem vinho, a taça
Que do vinho guardo euforia
Que fez-te vil, imunda desgraça
Teu punhal o sangue, a morte abraça.
És a causa da minha agonia...
Do meu peito tiraste brasa...
Dançaste e cantaste, eu sofria
Da tua beleza a morte, oriunda
Minha morte, tua alegria
Eu, mera ave moribunda...
Tresnoitei-me nas orgias macilento...
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