Algumas ilustres partem... Chegam, vangloriadas, outras tantas personagens. Fogem, partem, mas não saem do lugar. Caminham agitadas, sorriem indignadas, voltam resolvidas, porém não partem em definitivo. Buscam animadas, decididas, apaixonadas, correm contra o vento e percebem que os pés continuam ali, no mesmo local. Passam tantas, faltam muitas, mas não deixam de estar onde estão. Criam as mais incríveis situações inusitadas, definem algum motivo justo e sempre, em qualquer instante, estão apenas necessitando de carinho... Desistem, provocam, insultam e recuperam a paz imediatamente. Dominam com perfeição, enfatizam com maestria, dão vida a vida e fazem-me prazeroso da cabeça aos pés... Criam-me, recriam-me e tiram-me a benevolência, mas não saem do lugar. Escondem-se, participam, imploram e, emocionalmente fragilizadas, expressam as palavras doces de mulher... Aí tudo perde-se e cada palavra que adentra torna-se a chave de todas as expressões femininas. As frases são sentidas, a atenção redobra e a pulsação aumenta. Começam as palavras doces e meigas que farão o ambiente belo e glorioso, pois, dessas bocas surgem as expressões delicadas de mulher... A fragilidade de porcelana encanta-me e tira de mim a calmaria. Justo ouvi-las, entendê-las, senti-las... Deixá-las em pleno conforto... Abraçá-las, tocá-las, conduzi-las à felicidade, levá-las aos céus e trazê-las de volta em segurança, realizando o desejo implícito em todas aquelas frases pedintes que, por todos os motivos possíveis, fizeram-se presentes. As doçuras e meiguices foram exclusivamente criadas para que o desejo fosse realizado... O complexo e simples desejo por carinho, característica fascinante de uma bela flor...
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