Deixaste uma rosa na porta de casa
tiraste de mim a calmaria;
fizeste com o caloroso gesto
o que outro jamais havia feito;
em outrora importaria-te com meu silêncio,
mas descarregaste em mim o peso da tua rosa
quando deitaste
junto ao meu berço teus fios;
por ti clamo apenas satisfação,
pois não poderei esperar mais de alguém
que num momento enchera-me de ternura
em outro arrancara dos lábios meus as raízes da compaixão...
e pra não dizeres que não citei a rosa...
Digo-te que esta alegria é pela simples flor que repousaste em meu leito!
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