domingo, 24 de abril de 2011

Ser conivente, conluiado

As portas dessa casa não se fecham! Existe um provérbio chinês que diz que certas posições nos dão certas escolhas que por sua vez originarão certas responsabilidades… Sempre presente em alguns filmes, mas pouco utilizado! É como um cortejo fúnebre para mim: um tédio infindável. Minha arrogância passou por limites absurdos até chegar no ponto alto qualquer que leva à compreensão do todo! Desenhando, exemplificando e dilatando essa idéia caio numa falsidade que gera um estardalhaço com meu próprio propósito: viver!
Ser intolerante não caberia na minha capacidade de adaptação, mesmo sendo um saco ouvir absurdos, inconformidades, asneiras, cretinices, distúrbios, bobagelas, estupros gramaticais, deficiências cerebrais, anormalidades efêmeras, infantilidades que beiram o odor fecal, situações e mais situações que defino deprimentes…
Talvez por odiar qualquer força maior que a humana passou vagamente pela minha ideia, a fragmentação de uma idéia homérica de não temer a nada, ou melhor: desafiar os limites da sobrevivência terrestre. Por mais que nenhum outro ser tenha disposição em entender tamanho fundamentalismo, deixo com essas palavras não um pesar, mas um ar de vitória que me fez nesse momento escrever com o propósito de não me render ao conformismo cultural, emocional e individual que perpetua nas mentes dos frágeis.
A idéia de ser abundantemente feliz e indiferente jamais dominará este ser. Não dá para ignorar a miséria mental em que estão presas todas as pessoas que caminham livres nas calçadas, sorrindo amareladamente e cantando canções felizes sem que reine plenamente a felicidade.

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